“Sorriso, é a manifestação das lábios, quando os olhos encontram o que o coração procura!”
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
TERRAS DA NOSSA TERRA - II
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Rio de OnorConcelho
Bragança
Área
45,37km².População
126 (hab. 2001)Densidade
2,8 hab./km²Freguesias de Portugal
Rio de Onor
Casas tradicionais em Rio de Onor
Rio de Onor é uma freguesia portuguesa do concelho de Bragança, com 45,37 km² de área e 126 habitantes (2001). Densidade: 2,8 hab/km².
Rio de Onor subsiste ainda como aldeia comunitária. Este regime pressupõe uma partilha e entreajuda de todos os habitantes, nomeadamente nas seguintes formas:
Partilha dos fornos comunitários;
Partilha de terrenos agrícolas comunitários, onde todos devem trabalhar;
Partilha de um rebanho, pastoreado nos terrenos comunitários.
Rio de Onor distingue-se, ainda, por outra característica única: a aldeia é atravessada a meio pela fronteira internacional entre Portugal e Espanha, sendo para efeitos oficiais a parte espanhola distinguida como Rihonor de Castilla, e sendo ambas as partes conhecidas pelos seus habitantes como "povo de acima" e "povo de abaixo", não se distinguindo assim de facto como dois povoados diferentes, como erradamente se assume em diversas literaturas.
Na verdade, este povoado singular assume, para além de um regime de governo próprio, um dialecto próprio e quase extinto, derivado do Asturo-Leonês, à semelhança da Língua Mirandesa.
Gado atravessando a povoação
Tipicamente trasmontana, a aldeia apresenta casas tradicionais compostas por dois andares: no andar de cima moram as famílias, no andar de baixo ficam o gado, os cereais e outros produtos da terra.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
CONFÚCIO

Confúcio
Confúcio ensinando, retratado por Wu Daozi, Dinastia Tang
Nascimento
28 de Setembro, 551 a.C.
Morte
479 a.C.
Escola/tradição
Fundador do Confucionismo
Principais interesses
Ética, Filosofia Social
Idéias notáveis
Confucionismo
Influências
Dinastia Zhou
Conhece-se muito pouco da sua vida. Parece que os seus antepassados foram de linhagem nobre, mas o filósofo e moralista viveu pobre, e desde a infância teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.
Nascimento e juventude
Confúcio, também conhecido como , K'ung Ch'iu, K'ung Chung-ni ou Confucius, nasceu em meados do século VI (551 a.c.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Segundo algumas fontes antigas, teria nascido em 552 a. C. (ou seja, no vigésimo primeiro ano do duque Hsiang). Esse estado é denominado de "terra santa" pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha ascendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang He, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Cheng Tsai, que diziam ser descendente de Po Chi'in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi.
Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o que o obrigou a trabalhar desde muito jovem para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias em busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Apesar de se divorciar alguns anos depois, Confúcio teve um filho, K'ung Li.
Viagens
Confúcio viajou por diversos destes reinos, esteve em íntimo contato com o povo e pregou a necessidade de uma mudança total do sistema de governo por outro que se destinasse a assegurar o bem-estar dos súditos, pondo em prática processos tão simples como a diminuição de contribuições e o abrandamento das penalidades. Embora tentasse ocupar um alto cargo administrativo que lhe permitisse desenvolver as suas ideias na prática, nunca o conseguiu, pois tais ideias eram consideradas muito perigosas pelos governantes. Aquilo que ele não pôde fazer pessoalmente acabaram fazendo-o alguns dos seus discípulos, que, graças à boa preparação por ele ministrada, se guindaram, dia após dia, aos cargos mais elevados. Já idoso, retirou-se para a sua terra natal, onde morreu com 72 anos.
Confúcio é biograficamente, segundo o historiador chinês Sima Qian (século II a.C.), uma representação típica do herói chinês. Ele era alto, forte, enxergava longe, tinha uma barriga cheia de Chi, usava longa barba, símbolo de sabedoria, mas se vestia bem e era simples. Era também de um comportamento exemplar, demonstrando sua doutrina nos seus atos. Pescava com anzol, dando opção aos peixes, e caçava com um arco pequeno, para que os animais pudessem fugir. Comia sem falar, era direto, franco, acreditava ser um representante do céu.
Ideias
Sua ideia de organização da sociedade buscava também recuperar os valores antigos, perdidos pelos homens de sua época. No entanto, em sua busca pelo Tao, ele usava de uma abordagem diferente da noção de desprendimento proposta pelos taoístas. Sua ideia estava embasada num critério mais realístico, onde a prática do comportamento ritual daria uma possibilidade real aos praticantes de sua doutrina de viverem em harmonia.
Apesar das ideias de conformismo que possam ser atribuídas a esse pensamento, elas são errôneas. Confúcio não pregava a aceitação plena de um papel definido para os elementos da sociedade, mas sim que cada um cumprisse com seu dever de forma correta. Já o condicionamento dos hábitos serviria para temperar os espíritos e evitar os excessos. Logo, sua doutrina pregava a criação de uma sociedade capaz, culturalmente instruída e disposta ao bem estar comum. Sua escola foi sistematizada nos seguintes princípios:
Ren, humanidade ( altruísmo);
Li, ou cortesia ritual;
Zhi, conhecimento ou sabedoria moral;
Xin, integridade;
Zhing, fidelidade;
Yi, justiça, retidão, honradez.
Confúcio não procurou uma distinção aprofundada sobre a natureza humana, mas parece ter acreditado sempre no valor da educação para condicioná-la. Sua bibliografia consta de três livros básicos, sendo que os dois últimos são atribuídos aos seus discípulos:
Lun yu (Diálogos, Analectos), no qual se encontra a síntese de sua doutrina.
Dà Xué (大学) (Grande Ensinamento) e
Zhong Yong (Jung Yung), ou a “Doutrina do Meio”.
Após sua morte, Confúcio recebeu o título de "Lorde Propagador da Cultura Sábio Supremo e Grande Realizador" (大成至聖文宣王), nome que se encontra registrado em seu túmulo.
Ver também
Confucionismo
Wikipédia, a enciclopédia livre
terça-feira, 22 de setembro de 2009
CANÇÃO DE OUTONO
Hoje começa o Outono. Apesar de lhe encontrar toda esta beleza, para mim é uma estação triste, assim como o Inverno. Outono é transformação: folhas caídas das árvores que se despem das suas vestes, dias mais calmos, mais amenos, mas também mais pequenos. Prefiro a Primavera, onde tudo ressurge, ressuscita e entoa um hino de alegria! Mas tudo na vida tem o seu tempo... Vamos saborear pois mais um Outono nas nossas vidas!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
MOSTEIRO DE FRÁGUAS
Resumo histórico de Mosteiro de Fráguas
Mosteiro de Fráguas dista 8 km de Tondela, sede de concelho. Esta freguesia engloba os lugares de Mosteiro, Fráguas e Ribeiro. Os seus habitantes encontram na agricultura a base da sua economia, produzindo milho, batata, vinho e frutas, nestas terras banhadas pelo rio Dinha, afluente do Dão, a construção civil e o comércio suportam a economia a par com a agricultura. O padroeiro da freguesia é O Divino Salvador, celebrado anualmente nos inícios de Agosto.
Do passado da freguesia pouco se conhece mas, durante a remodelação da igreja de S. Salvador, foi descoberta uma árula que conserva ainda hoje, duas linhas de inscrição primitiva, que deve datar dos finais do Sec. I ou inícios do II, remontando a origem desta povoação pelo menos até à ocupação romana. A mais antiga documentação escrita relativa a Mosteiro de Fráguas data de 1111 e é uma carta ou escritura de venda, na qual D. Goda Eitaz vende ao Bispo de Coimbra, D. Gonçalo, a sua parte na “villa” de Fráguas com a de seu irmão Eita; de 1129 existe uma outra carta de venda de uma herdade em “Fravegas”, feita por Pedro Leovigildo e demais familiares a D. Bernardo, Bispo de Coimbra, junto ao Mosteiro de S. Salvador, “abaixo do Monte Alcoba, território de Coimbra”. Nas inquirições de 1258 aparecem várias referências ao “monasterio quod vocur de Fravegas” e, nas de 1288 aparece também a “parochia Sancti Salvatoris de Fravegas”. Da análise das inquirições de 1258 deduz-se que a terra não era privilegiada e imune, apesar da existência do “mosteiro”; os homens do mosteiro pagavam voz e coima e quando convocados, deviam deslocar-se ao “concilium” a Molelos, sob pena de poderem comparecer a juízo. Mosteiro de Fráguas foi da apresentação do bispo, no antigo concelho de Besteiros. Nas Inquirições de D. Afonso III é referido que o padroado da Igreja de Fráguas era da representação dos paroquianos, mas que D. Pedro, Bispo de Viseu, se apoderara da Igreja pela força.
No Sec. XIV, à semelhança do que aconteceu noutras freguesias da região, começam a surgir os grandes donatários: D. Henrique Manuel de Vilhena, conde de Seia, Martin Vasques da Cunha, o Infante D. Henrique e D. Manuel, Duque de Bejae futuro d. Manuel I que, por sua vez doou a D. Diogo Pereira, segundo Conde da Feira.
O lugar de Ribeiro tira a sua designação do rio Dinha, que a estrada transpõe sobre uma ponte de forte pedraria, com dois grandes arcos e pilar talhamar.
A Igreja de Mosteiro de Fráguas é formada de uma só nave e possui um campanário, de feição arcaica, com recorte quadrangular onde se abrem duas sineiras debroadas a meia altura por cornija em volta; no seu interior existe um vasto conjunto de quadros, alguns do Sec. XVII e XVIII, como é o caso do “S. Pedro” e do “S. João Baptista”. Em Fráguas existe o solar dos Calheiros Bandeira, com fachadas de estilo rústico antigo; no seu terreiro, ergue-se o padrão senhorial, símbolo dos antigos privilégios.
Cópia do texto “Nota descritiva”do Processo de Ordenação Heráldica elaborado pela Junta de Freguesia à data de 02/02/2001.
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Tomei a liberdade de copiar fotos e mais informação do blogue :http://sol.sapo.pt/blogs/mosteirofraguas/default.aspx para fazer este slide.
Não conheço Mosteiro de Fráguas, mas gostaria de lá ir, pois a nossa terra está cheia de belos cantinhos para ver.
https://www.malhanga.com/musicafrancesa/becaud/au_revoir/
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Olhos negros Tristes como um lamento, Vinde matar minha saudade, Vinde acabar com meu tormento. O tempo passa E eu sigo pela vida Sozinha, ...

