sexta-feira, 31 de outubro de 2008

PAZ E TRANQUILIDADE...



BOM FIM DE SEMANA

(para ouvir desligue a música do blogue)


PÃO POR DEUS



Que dizer no "Pão por Deus"

Ao pedir o "Pão por Deus", cantam-se as seguintes cantilenas enquanto se anda de porta em porta:

"Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus."
Ou então:

"Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Qu'estão mortos, enterrados
À porta daquela cruz
Truz! Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de s'alevantar
P´ra vir dar um tostãozinho."
Quando os donos da casa dão alguma coisa:

"Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho."
Quando os donos da casa não dão nada:

"Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto."
Lê o resto do texto sobre este assunto aqui!
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Eu recebi o seguinte:
"Trazemos um bolinho, uma broa
Nesta terra há gente boa.
Pão por Deus, Pão por Deus
Porque são amigos meus.

Truz, Truz, Truz
Abre a porta ó vizinho,
Nós vimos ao Pão por Deus
Vimos dar-lhe um miminho."

Dito em coro por um grupo de "putos", foi uma maravilha! Só que eu, lisboeta de gema, estava muito longe de tal coisa e nem sabia o que fazer quando assumei à janela e vi aquele bando de pardais acompanhado por duas senhoras dizendo "Vimos dar-lhe o Pão por Deus!" Santa ignorância a minha... Recebi este bolinho das mãos dum Luís de carinha redonda, com o boné na mão, enquanto os outros diziam: "Agora a senhora dá o pacote de bolachinhas que tem na mão!" E assim foi. Troca por troca, Pão de Deus (o miminho)a por bolachinhas,(outro miminho) lá se foram embora desejando-me as maiores felicidades.

Sempre a aprender até morrer!

Bem-hajam!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

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Durante uma conferência para universitários, um professor da Universidade de Berlim, Alemanha Início do séc.XX lançou um desafio aos alunos com a seguinte pergunta:

“ Criou Deus tudo o que existe?"
Um aluno respondeu, convictamente:
Sim, Ele criou …
Deus criou realmente tudo o que existe? Perguntou novamente o professor.
Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor contrapôs: “Se Deus criou tudo o que existe, então Deus criou o mal, já que o mal existe! E se concordamos que as nossas obras são o reflexo de nós próprios, então Deus é mau!!"
O jovem calou-se perante o argumento do mestre que, feliz, regozijava-se por ter provado, uma vez mais, que a fé era um mito.
Outro estudante levanta a mão e diz:
Posso fazer uma pergunta, professor?
Claro que sim, respondeu ele.
O jovem faz uma curta pausa e pergunta:
Professor, o frio existe?
Mas que raio de pergunta é essa?… Lógico que existe, ou acaso nunca sentiste frio?
Responde o aluno: “Na realidade, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na verdade é a ausência de calor. Todos os corpos ou objectos são passíveis de estudo quando possuem ou transmitem energía; o calor é o que faz que os corpos tenham ou transmitam energía”.
“O zero absoluto é a ausência total de calor; todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagirem, mas o frio não existe. Nós criamos esta definição para descrever de que maneira nos sentimos quando não temos calor."
E, a escuridão existe? Continuou o estudante.
O professor respondeu:
Existe.
O estudante respondeu:
A escuridão tão-pouco existe.
A escuridão, na realidade, é a ausência de luz.
“A luz podemo-la estudar, a escuridão, não!
Através do prisma de Nichols, pode decompor-se a luz branca nas suas várias cores, com os seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão, não!
… “Como se pode saber quanto escuro está um determinado espaço?
Com base na quantidade de luz presente nesse espaço.”
“A escuridão é uma definição utilizada pelo homem para descrever o que ocorre na ausência da luz.”
Finalmente,o jovem perguntou ao professor:
Professor, O MAL EXISTE?
E este respondeu: Como afirmei no início, vemos crimes e violência em todo o mundo. Isto é o mal.
O aluno respondeu:
“O mal não existe, Senhor, ou pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem…
Em conformidade com os casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.”
Deus não criou o mal.
… O mal é o resultado da ausência de Deus no coração dos seres humanos.
Tal e qual como acontece com o frio quando não há calor, ou com a escuridão quando não há luz.
O jovem foi aplaudido de pé e o mestre, abanando a cabeça, permaneceu em silêncio …

O reitor da Universidade,
dirigiu-se ao jovem estudante e perguntou-lhe:
Como te chamas?

Chamo-me, ALBERT EINSTEIN.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

I LOVE YOU...




Uma voz e uma canção inesquecíveis! Quem se lembra?

-Anthony Quinn-

terça-feira, 21 de outubro de 2008



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domingo, 19 de outubro de 2008

JOSÉ MALHOA


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa




José Malhoa

José Vital Branco Malhoa (Caldas da Rainha, 28 de Abril de 1855Figueiró dos Vinhos, 26 de Outubro de 1933), pintor, desenhista e professor português, conhecido como José Malhoa.




Biografia


José Malhoa nasceu nas Caldas da Rainha em 28 de Abril de 1855.
Com apenas 12 anos entrou para a escola de Belas Artes. Em todos os anos ganhou o primeiro prémio, devido às suas enormes faculdades e qualidade artísticas.


Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro, designadamente em Madrid, Paris e Rio de Janeiro. Foi pioneiro do Naturalismo em Portugal, tendo integrado o Grupo do Leão.


Destacou-se também por ser um dos pintores portugueses que mais se aproximou da corrente artística Impressionista.


Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago. Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha.




O Fado


Praia das Maçãs




Os bêbados




O atelier




Clara

Vivendo em Portugal, a grande porta de entrada para o mar Mediterrâneo, se desejasse, encontraria todas as facilidades para visitar os grandes centros de cultura da Europa, especialmente Espanha, França e Itália. Entretanto, numa opção curiosa e intrigante, Malhoa nunca saiu de sua terra natal. Todo seu aprendizado, suas experiências e sua obra se desenvolveram em torno de Lisboa, cidade onde passou a maior parte da vida.

Fazendo parte de uma roda de pintores conhecida como "Grupo do Leão", por se reunirem na cervejaria do mesmo nome, sua pintura, todavia, desgarrou-se, tomando rumo próprio.

Era uma época em que, as novas tintas, fornecidas em bisnagas, permitiam ao artista deslocar-se do estúdio para o campo. Não mais, como antigamente, os pintores faziam esboços em papel para mais tarde, dentro do estúdio, reproduzi-los na tela, valendo-se da memória para o desenvolvimento das cores. Agora, o artista pintava a natureza diante dela, fixando na tela a impressão do momento.

Suas primeiras telas lembravam um romantismo já quase superado em sua época mas, ao fixar novos rumos e conceitos, mudou de tal forma sua arte pode ser considerado um pós-impressionista. Pintando todos os gêneros, e não desprezando a comodidade do estúdio, preferia, entretanto, levar sue cavalete, a paleta, os pincéis e as tintas para o ar livre e, nesse propósito, destacou-se no gênero da paisagem.
Malhoa, já o dissemos, nunca saiu de Portugal, mas suas telas viajaram o mundo, freqüentando os mais cotados Salões de sua época, recebendo vários prêmios. Em seu país, foi presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes.

Muitas das telas deste extraordinário pintor se encontram no Brasil, em Museus, como no "Mariano Procópio" e Masp, assim como em mãos de particulares. Figuram, entre suas obras importantes Outono, Seara invadida, Beira-mar, As Pupilas do Senhor Reitor, Descobrimento do Brasil, Bêbados, Fado, O Emigrante, etc.
Inf.Net





(desligar música do blog)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

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Não há palavras para definir um abraço. É algo que se sente e não se escreve...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

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Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa
ou forte como uma ventania,
Depende de quando
e como você me vê passar.


Clarice Lispector

terça-feira, 7 de outubro de 2008

PROVÉRBIO ÁRABE


Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008