
as que deixam cicatrizes na memória dos homens,
por que motivo serão belas?
E belas para quê?
Põe-se o sol porque o seu movimento é relativo.
Derrama cores porque os meus olhos vêem.
Mas porque será belo o pôr do Sol?
E belo, para quê?
Se acaso as coisas não são coisas em si mesmas,
mas são só coisas quando coisas percebidas,
porque direi das coisas que são belas?
E belas, para quê?
Se acaso as coisas forem coisas em si mesmas
sem precisarem de ser coisas percebidas,
para quem serão belas essas coisas?
E belas, para quê?
António Gedeão
4 comentários:
Este poema é maravilhoso
a assim como é maravilhosa a imagem que te reprsenta: A Andorinha Negra!
Muitas felicidades para ti da malta do :
www.lusoprosecontras.blogspot.com
Bonito poema!
Querida Leonor,
Que poema lindíssimo! Adorei! Estou passando também pra desejar um ótima semana! Que tudo corra na paz!
Beijos pra você!
Eles não sabem que o sonho, é uma constante da vida, tão concreta e definida....
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